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Bolsonaro: Polícia Federal prova invasão e vazamento de dados

Bolsonaro apresentou inquérito da Polícia Federal em que o TSE admite invasão e vazamento de dados, senhas de Ministros e servidores

O Presidente Bolsonaro juntamente com o Dep. Federal Filipe Barros apresentou inquérito 1468 da Polícia Federal juntamente com relatório do TSE que comprova a invasão por hacker de seus sistemas e vazamento de informações sigilosas do sistema eleitoral brasileiro.

O TSE emitiu nota informando que são ilações do Presidente Bolsonaro e eu o sistema eleitoral brasileiro é seguro, contudo as evidências fáticas do caso concreto provam o contrário, nosso sistema eleitoral é frágil, vulnerável e há indícios de interesses internacionais nessa invasão, conforme relato do hacker que tinha em sua equipe uma pessoa de origem internacional.

A Polícia Federal apurou até o momento no inquérito que o hacker teve acesso a todas as linhas do código fonte do sistema eleitoral brasileiro, acesso a senha de servidores do TSE e até de ministros, mas o pior é que não se pode dimensionar a gravidade desse ataque pois os servidores deletaram o arquivo log que informa o rastro do hacker no sistema eleitoral.

Trata-se do crime tipificado no art. 313-B do Código Penal, Peculato Eletrônico, ou seja, modificação ou alteração não autorizada de sistema de informações, com o objeto de desfigurar os arquivos e alterar os registros originais. Essa é uma hipótese em que o agente público com acesso privilegiado age em função do seu cargo, emprego ou função pública.

Essa denúncia é gravíssima pois apesar do hacker Marcos Roberto Correia da Silva, conhecido como o VandaTheGod, estar preso em Minas Gerais, por invasão aos sistemas do Tribunal Superior Eleitoral o ministro Barroso negava tal invasão e afirmava categoricamente a inviolabilidade dos sistemas do Tribunal Superior Eleitoral.

É necessário o aprofundamento dessas investigações e a criação imediata de uma cpi do TSE (#CPIDOTSE), para apurar as responsabilidades, omissões e crimes praticados pelos servidores do Tribunal Superior Eleitoral.

Essas revelações ocorrem no auge da discussão na Câmara Federal do Voto Impresso Auditável, e traz revelações de como é frágil e vulnerável o sistema eleitoral de votação, sendo necessário que o voto seja impresso em um recipiente de acrílico no qual o eleitor não tem acesso para tocar mas somente para verificar seu voto, trazendo dessa forma uma possibilidade de auditagem do sistema de votação e mais segurança para as eleições que iram ocorrer em 2022.

Diante dessas revelações toda pessoa pública que seja contra o voto auditável está sob suspeita de envolvimento em um evento criminoso, no qual seja possível fraudar urnas e tirar votos de um canditato e aplica-lo a outro ou até mesmo criar votos fictícios com o intuito de manter no poder as mesmas velhas raposas que tem destruído a economia do país em nenhuma preocupação com a sociedade brasileira.